⚙ Engrenagens Corporativas:
Corporações são compostas de engrenagens, cada uma desempenhando e dividindo forças com as outras que compõem uma equipe ou equipes de setores diferentes, produzindo sinergia mútua, quando não geram atritos.
Sobre o Título da Postagem:
A antropofagia corporativa ou (Organizacional) é um conceito que adapta o "Movimento Antropofágico" brasileiro da década de 1920 ao contexto empresarial. Significa a absorção crítica e estratégica de influências, tecnologias, modelos de gestão ou culturas estrangeiras/externas, reelaborando-as para criar uma identidade organizacional própria e competitiva.
Metaforicamente... Origamis são moldáveis, porém são estáticos, sem serem manipulados, não se movem, já engrenagens lubrificadas, seguem o movimento sinergético impulsionando os processos no fluxo produtivo.
Diferentes de origamis, que se curvam a diversas dobraduras, que deformam a folha e a transforma em outra coisa, nem sempre útil, mas de visual elucidativo, as engrenagens colaboram e se entrelaçam para criar movimento em um ou vários progressos produtivos.
A tipologia produtiva, é uma definição corporativa, crescer ou não, é a consequência.
A corporação que consegue extrair o melhor de suas engrenagens crescendo e se destacando ao longo do tempo, enquanto outras sofrem um tunover perpétuo de equipes, sim, até origamis se desgastam.
Ter um banco de talentos, é um excelente ponto de partida, avaliar por "Boca de Matilde¹", com avaliações equivocadas, ego, rancores e vaidades, por certo contribui mais para estagnação produtiva, perda de talentos, do que para o avanço projetado.
- ¹ Boca de Matilde:
- É uma expressão idiomática em português que se refere a alguém que é tagarela ou fala muito, sem noção e veracidade.
- É uma forma coloquial de descrever alguém que tem o hábito de falar muito ou de maneira indiscreta, sem se ater a verdade e regras de etiqueta e trato interpessoal.
- Nutrindo o desejo de ser o ponto focal em uma discussão, destituindo de seu protagonista valores e contribuições, o qual é massacrado em seus diálogos, removendo do indivíduo que é julgado sumariamente, qualquer valor positivo.
- Diminui o valor de outras pessoas, afetando suas reputações por meio de fofocas ou comentários negativos, que no geral pautam invencionices.
- Possui uma psicopátia bipolar, agindo na sua presença de uma forma ponderada com semblante sereno, voz baixa e cordial, e nas suas costas, apunhalando, metafóricamente cancelando seus esforços e colaborações, até para com ela mesma (Ex.: Judas).
- Essa pessoa pode ser considerada indiscreta e prejudicial para o ambiente social, corporativo e no seu ciclo de amizades.
- Incentiva o tunover de colaboradores, que são atacados no silêncio, e mal sabem que são vítimas de juízes de valores alheios, que só ouvem um lado da história e pronunciam sentenças sobre vidas laborais, destruindo assim uma carreira promissora de um ser humano.
Enquanto corporações possuírem lideranças ou meros colaboradores movidos pelo ego pessoal, sem contra pesos de canais de denúncias internas, com avaliações equivocadas, perseguições fortuitas, pautando o puxa saquismo e esticando cordas, a debandada "Turnover" de talentos será alta.
Um ambiente indigesto, afeta a saúde mental, com tempo afeta corpos antes sadios (Burnout) e com isso reduz significativamente o desejo de permanência naquele ambiente (Turnover Voluntários) como medida de preservar sua sanidade mental e qualidade de vids, não importando a remuneração.
Pois o princípio que rege a permanência de um talento, é o tratamento profissional sem excessos.
A remuneração neste patamar é o segundo atrativo.
São pontos cruciais em tratados de saúde ocupacional.
A reflexão acima na imagem, dentro de corporações não funciona tão bem, quanto deveria, pois seus detratores, agem de forma velada, nas sombras, desejam com o "Leva e Trás", melhor dizendo fofoca, seu desligamento, no geral por motivos fortuitos e desprezíveis pessoais, pautados pela forma do caráter lapidado na própria vida como "Stalker" perseguidor, é algo que não vem do berço, é algo que o indivíduo vai lapidando na sua vida, cultivando ao obter êxitos com essas atitudes prejudicando outros, julgando ser esperteza, malandragem.
Mas na verdade é uma psicopatia, para a qual o portador deveria buscar uma ajuda profissional, esse comportamento em corporações é altamente destrutitivo, pois se vale de ações veladas, no geral ocultas em níveis restritos de destratamentos frequentes, de indivíduo para indivíduo.
Assim, convém um tratamento de "RH/DP" se descobrir a fonte, trazendo para luz, aquilo que rastejava na escuridão do anonimato, e se preciso for ao alvo de tais atitudes depreciativas do século (XX), escalar o problema em níveis jurídicos externos, se conseguir testemunhas é melhor... No meio jurídico fofoca e assédios significam importunação, a calúnia, com suas irmãs difamação e injúria são crimes previstos em leis do "Código Penal Brasileiro".
A afirmação de que "Disputas Internas Beneficiam a Sua Concorrência Externa" é um consenso no ambiente corporativo.
Quando setores de uma mesma organização se degradam sistematicamente, cria-se um ambiente de ineficiência, perda de produtividade, custos ocultos e, invariavelmente, erosão da margem de lucro, fortalecendo os concorrentes externos.
Alguém sempre ganha com o famigerado "Tiro Amigo", gerar uma ou várias distrações favorecem desvios em patamares diversos, isso representa desleixo da corporação com suas finanças, com seu pessoal e seu próprio crescimento vertical, assim, reveja os custos e investimentos celebrados, de tempos em tempos.
"Com dinheiro não se brinca, usou mal, perdeu."
Seu "Ebitida" é gerado por seu "Capex" e "Opex", equilibrados, sobre decisões de indivíduos na cadeia hierárquica, agora, se isso não te faz falta, nem significa nada, falar de "Auditoria" é chover no molhado.
Por conseguinte a peneira de atributos psicológicos da corporação, seguindo um "Banco de Talentos" pode desmascarar tendências e ataques fortuitos a reputações alheias, são ações feitas covardemente nos cantos ou salas fechadas, reservando a margem, os atributos que desejam reforçar, e eliminar de seus quadros aqueles que desejarem permanecer em um caminho insólito, de um clamor pessoal de poder mesquinho, abrindo ressalvas para reclamações trabalhistas diversas, contra a corporação, que se tornou cúmplice por não conter tais atitudes individuais, quer sejam cargos de preposto ou não.
Reconhecendo e valorizando a capacidade de cada membro da equipe, essas organizações prosperam, alcançando novos patamares de sucesso.
Criam um ambiente sadio, onde sair de manhã para trabalhar, gere satisfação e não reflexão sobre se deve ir ou não.
E neste meandro, reconhecer, não se atém em ganhos financeiros maiores, isso faz parte do processo maior, mas ouvir um "Muito Obrigado" em público, conta muito, mas além disso, ter processos internos que garantam igualdade de disputas em oportunidades de crescimento na corporação, sem o famoso "q.i" significando "Quem Indica", vulgarmente conhecida como "Panelinha".
Plano de Carreira (Transparência Crescimento)
🗣 O plano de carreira é uma estratégia essencial para desenvolver talentos, estruturar trajetórias e estimular a mobilidade interna.
🗣 Ele estrututa o caminho para promoções, aumentos salariais e mudanças de cargo.
De tempos em tempos, pautando o reajuste financeiro, além do dissídio coletivo claro e transparente, é o justo merecimento, em reconhecimento às execuções geradas pelo agraciado, aliadas a oportunidades, assegura a continuidade do mesmo na corporação, que apresenta para seu colaborar (a) um caminho transparente de crescimento profissional.
De outra forma, a fila anda, e o tunover parte devido aquela engrenagem perceber que sua lubrificação ficou preterida, tornou-se escassa e jamais virá acontecer, e esse pensando ativa a lógica, de que deverá buscar fora o que não tem dentro, questão de senso de meritocracia e oportunidade negada.
Assim terminam casamentos, o elo de ligação se esvai com o passar do tempo, e ao se sentir estranho na relação, buscar novos ares, torna-se uma questão de bom senso e prudência.
Corporações que desdenham da capacidade de suas engrenagens, pagam um alto preço, não obtendo a produtividade necessária e com o tempo isolando-a de sua capacidade máxima, no geral a perdem dado ao longo tempo e desdenhos significativos, assim, a concorrência se incumbirá de reciclar aquela engrenagem em seus quadros, sem a menor vaidade, pautando a experiência alcançada em experiências anteriores.
Tudo isso, sem ter investido um centavo, só contratando uma engrenagem descartada por vaidades internas, de seu concorrente.
A ascensão e queda tornam-se uma constante, e muitas vezes ficam pelo caminho, grandes corporações, reclamando da falta de talentos.
Até contratam, porém o fator permanência de bons talentos é afetada pela ausência de processos internos, assim em média atraem talentos medianos que não atendem a expectativa, doravante grandes talentos investigam corporações antes de adentrarem, ou da pior forma, estando dentro e percebendo que o grupo não representa o marketing no trato interno, que o marketing externo apresenta, partem.
Refletindo Sobre Perdas de Talentos:
Aqueles que se foram, deixam lições, se houver setores que avaliem tais processos.
Pois no geral, o que faltava na verdade era a habilidade de aproveitar seu produto interno humano e utilizar adequadamente suas engrenagens, nos pontos certos, via lapidação interna, constante e metódica.
Vaidade e orgulho não devem ofuscar a visão de um gestor, nem da corporação em um todo, sobre seu "Staff" traduzidamente "Mão de Obra".
A essa reflexão, os termos abaixo, completam amplas lacunas no mundo corporativo, de corporações que buscam a sua excelência produtiva.
- Feedback: Retorno ou avaliação sobre um desempenho.
- Mindset: Mentalidade ou forma de pensar.
- Out of The Box: Pensar "Fora da Caixa" (De forma criativa).
- Stakeholders: Partes interessadas (Clientes, Acionistas, Funcionários, etc.).
- Win-win: Situação "Ganha-Ganha", onde todos se beneficiam.
Panelinhas são restícios de configurações oportunistas do século "XX", e incentivar o comportamento de matilha, somente para se prolongar no poder, tem um fim pronunciado quando engrenagens produtivas, não se encaixam nas formas daquele grupinho corporativo engessado, onde o puxa saquismo, bajulação, e a capacidade intelectual, só seguem a linha de raciocínio do "Líder Alfa" da matilha, os demais obedecem cegamente, por um mero afago na cabeça ou temor na manutenção do próprio cargo.
Valorizar cada membro da equipe, entender suas habilidades únicas e promover a colaboração é o caminho para a verdadeira excelência.
Quando cada engrenagem é bem aproveitada, a máquina corporativa funciona de maneira harmoniosa e eficiente, impulsionando a organização rumo ao sucesso duradouro.
Portanto, lembre-se:
Uma equipe forte e coesa é a chave para superar desafios e conseguem alcançar grandes realizações.
De outra forma, é apenas um grupo de pessoas que recebem salários, fazem o que mandam sem pensar, e buscam oportunidades na concorrência, de tempos em tempos.
Talvez você pense agora... "São Maus Profissionais"!
Alguns são sim, mas a responsabilidade de lapidar em suas bases é sua, você os contratou.
Já na maioria das vezes, são pessoas que se importam com o tratamento que recebem, e possuem um alto fator de amor próprio e respeito pessoal pelo que já passaram na vida pessoal e laboral de outras corporações, assim partem sem externar o motivo, pois se não há fiscalização de processos humanos, seria um embate contra um muro de concreto.
"Um jogo de xadrez corporativo de alto nível."
Engrenagens Isoladas:
Metafóricamente dizendo, elas possuem intelectos e avaliam metodicamente o ambiente a sua volta, são pessoas de carne, osso e possuem um cérebro, o qual detém um "Q.I - Quociente Intelectual", resumindo "Inteligência", se o percentual é alto ou baixo, compete ao indivíduo saber, sua base contratual foi pautada em seu conhecimento e potencial de crescimento, logo, o processo avaliativo, não deve morrer por já ser um membro da corporação.
Na verdade, daí para frente o "Banco de Talentos", que é uma "Base de Dados" que coleta informações, capacitações, ações e atitudes em prol da instituição, evitando avaliações equivocadas ou nutridas na vaidade ou medo do crescimento de uma engrenagem útil em um setor, mas que possa se tornar altamente relevante em outros setores da organização.
Conforme o tamanho e seguimento da empresa, uma simples planilha pode conter informações de seus colaboradores, esse é o responsável por apresentar ao mercado, seu produto, sua corporação e carrega sua logomarca.
Outras, terão de implantar um "Banco de Dados SQL", local, talvez em seu servidor ou "No SQL" na nuvem, isso pode colaborar para dirimir contendas, e inclusive para implantar um plano de carreira transparente, algo que implica diretamente no controle comportamental de todos, pois avalia de forma simétrica à todos da corporação.A idéia é deixar claro que, existem freios de atitudes:
Resumidamente um "Banco de Talentos" é uma base integra e lógica, uma lista de pessoas com habilidades, experiências e qualificações diversas que podem ser recrutadas ou selecionadas para fins específicos, como empregos, projetos ou oportunidades profissionais na corporação.
Certificados, diplomas e outras comprovações de alto capacitação pagas pelo colaborador, ou investimento da corporação, não devem ser apresentadas só na contratação, mas devem ser catalogadas durante a vida corporativa deste colaborador, para aproveitamentos internos.
Esses bancos podem ser utilizados por empresas, organizações ou recrutadores para encontrar candidatos adequados para determinadas posições ou projetos.
Com um "Banco de Talentos", a primeira etapa de selecionar entre muitos um indivíduo, se torna mais rápida, pois na atualidade, corporações inteligentes que lidam com tecnologia "WEB", disponibilizam em seus sites links para coletar e cadastrar currículos de interessados, partindo daí seu processo seletivo, e em suas "Intranets", possuem formulários onde seus membros cadastram cursos efetuados ou se candidatam a novas oportunidades internas.
Engrenagens isoladas, se enferrujam, ao serem esquecidas e não lubrificadas, somem, sem que saibam seu destino e se não existe um processo lapidados, não entendem nem porque perderam um talento.
Assim são pessoas em corporações, finalizando ciclos cordialmente, cumprindo uma regra de etiqueta de sobrevivência profissional, mas seguindo o adágio popular...
"Coração dos outros, é terra que ninguém pisa".
Uma frase que remete ao humanismo, e a individualidade de cada componente de um grupo corporativo, estamos juntos no mesmo barco, mas não somos iguais, no quesito resiliência cada indivíduo define sua permanência ou partida.
Salto de Fé:
Essa é uma perspectiva poderosa.Na carreira, o "Salto de Fé" geralmente é aquele divisor de águas entre o conforto do conhecido e o potencial do extraordinário.
Esses momentos costumam aparecer quando:
A transição de carreira chama:
- Quando você deixa um setor estável para seguir uma paixão ou uma área totalmente nova.
O empreendedorismo bate à porta:
- Trocar o salário garantido pelo risco de construir algo próprio.
A promoção desafiadora surge:
- Aceitar um cargo para o qual você ainda não se sente (100%) pronto, mas sabe que pode aprender no caminho.












Nenhum comentário:
Postar um comentário