⚙ Engrenagens Corporativas:
Corporações são compostas de engrenagens, cada uma desempenhando e dividindo forças com as outras que compõem uma equipe ou equipes de setores diferentes, produzindo sinergia mútua, quando não geram atritos.
Origamis são moldáveis, porém são estáticos, sem serem manipulados, não se movem, já engrenagens lubrificadas, seguem o movimento sinergético impulsionando os processos no fluxo produtivo.
Diferentes de origamis, que se curvam a diversas dobraduras, que deformam a folha e a transforma em outra coisa, nem sempre útil, as engrenagens colaboram e se entrelaçam para criar movimento em um ou vários progressos produtivos.
A tipologia produtiva, é uma definição corporativa, crescer ou não, é a consequência.
A corporação que consegue extrair o melhor de suas engrenagens crescendo e se destacando ao longo do tempo, enquanto outras sofrem um tunover perpétuo de equipes, sim, até origamis se desgastam.
Ter um banco de talentos, é um excelente ponto de partida, avaliar por "Boca de Matilde¹", com avaliações equivocadas, rancores e vaidades, por certo contribui mais para estagnação produtiva, perda de talentos, do que para o avanço projetado.
- ¹ Boca de Matilde:
- É uma expressão idiomática em português que se refere a alguém que é tagarela ou fala muito.
- É uma forma coloquial de descrever alguém que tem o hábito de falar muito ou de maneira indiscreta, sem se ater a verdade e regras de etiqueta.
- Nutrindo o desejo de ser o ponto focal em uma discussão, destituindo de seu protagonista valores e contribuições, o qual é massacrado em seus diálogos, removendo do indivíduo que é julgado sumariamente, qualquer valor positivo.
- Diminui o valor de outras pessoas, afetando suas reputações por meio de fofocas ou comentários negativos, que no geral pautam invencionices.
- Possui uma psicopátia bipolar, agindo na sua presença de uma forma ponderada com semblante sereno, voz baixa e cordial, e nas suas costas, apunhalando, metafóricamente cancelando seus esforços e colaborações, até para com ela mesma (Ex.: Judas).
- Essa pessoa pode ser considerada indiscreta e prejudicial para o ambiente social, corporativo e no seu ciclo de amizades.
- Incentiva o tunover de colaboradores, que são atacados no silêncio, e mal sabem que são vítimas de juízes de valores alheios, que só ouvem um lado e pronunciam sentenças sobre vidas laborais.
Enquanto corporações possuírem lideranças movidas pelo ego pessoal, sem contra pesos de canais de denúncias internas, com avaliações equivocadas, pautando o puxa saquismo e esticando cordas, a debandada de talentos será alta.
Um ambiente indigesto, afeta a saúde mental, com tempo afeta corpos antes sadios (Burnout) e com isso reduz significativamente o desejo de permanência naquele ambiente (Turnover), não importando a remuneração.
Pois o princípio que rege a permanência de um talento, é o tratamento profissional sem excessos.
A remuneração é o segundo atrativo.
São pontos cruciais em tratados de saúde ocupacional.
A reflexão acima na imagem, dentro de corporações não funciona tão bem, pois seus detratores, desejam com o leva e trás, melhor dizendo fofoca, seu desligamento, no geral por motivos fortuitos e desprezíveis.
Assim, convém um tratamento de "RH/DP" se descobrir a fonte, trazendo para luz, aquilo que rastejava na escuridão do anonimato, e se preciso for escalar o problema em níveis jurídicos, se conseguir testemunhas... Fofoca significa calúnia, e a calúnia, com suas irmãs difamação e injúria são crimes previstos em leis do "Código Penal Brasileiro".
A afirmação de que "Disputas Internas Beneficiam a Concorrência" é um consenso no ambiente corporativo.
Quando setores de uma mesma organização se degradam sistematicamente, cria-se um ambiente de ineficiência, perda de produtividade, custos ocultos e, invariavelmente, erosão da margem de lucro, fortalecendo os concorrentes externos.
Alguém sempre ganha, reveja os custos e investimentos.
Seu "Ebitida" é gerado por seu "Capex" e "Opex", equilibrados, agora, se isso não te faz falta, falar de "Auditoria" é chover no molhado.
A peneira de atributos psicológicos da corporação, seguindo um "Banco de Talentos" pode desmascarar tendências e ataques fortuitos a reputações alheias, feitas covardemente nos cantos ou salas fechadas, reservando a margem, os atributos que desejam reforçar, e eliminar de seus quadros aqueles que desejarem permanecer em um caminho insólito, de um clamor pessoal de poder mesquinho, abrindo ressalvas para reclamações trabalhistas diversas, contra a corporação, que se tornou cúmplice por não conter tais atitudes individuais, quer sejam cargos de preposto ou não.
Reconhecendo e valorizando a capacidade de cada membro da equipe, essas organizações prosperam, alcançando novos patamares de sucesso.
E neste meandro, reconhecer, não se atém em ganhos financeiros maiores, isso faz parte do processo maior, mas ouvir um "Muito Obrigado" em público, conta muito, mas além disso, ter processos internos que garantam igualdade de disputas em oportunidades de crescimento na corporação, sem o famoso "q.i" significando "Quem Indica", vulgarmente conhecida como "Panelinha".
Pautando o reajuste financeiro, é o justo merecimento, em reconhecimento às execuções geradas pelo agraciado, aliadas a oportunidades, assegura a continuidade do mesmo na corporação.
De outra forma, a fila anda, e o tunover parte devido aquela engrenagem perceber que sua lubrificação, tornou-se escassa e jamais virá acontecer, e esse pensando ativa a lógicamente, deverá buscar fora o que não tem dentro, questão de meritocracia e oportunidade.
Assim terminam casamentos, o elo de ligação se esvai com o passar do tempo, e ao se sentir estranho na relação, buscar novos ares, torna-se uma questão de bom senso e prudência.
Corporações que desdenham da capacidade de suas engrenagens, pagam um alto preço, não obtendo a produtividade necessária e com o tempo isolando-a de sua capacidade máxima, no geral a perdem dado ao longo tempo e desdenhos significativos, assim, a concorrência se incumbirá de reciclar aquela engrenagem em seus quadros, sem a menor vaidade, pautando a experiência alcançada em experiências anteriores.
Tudo isso, sem ter investido um centavo, só contratando uma engrenagem descartada por vaidades de seu concorrente.
A ascensão e queda tornam-se uma constante, e muitas vezes ficam pelo caminho, grandes corporações, reclamando da falta de talentos.
Porém, o que faltava na verdade era a habilidade de aproveitar seu produto interno humano e utilizar adequadamente suas engrenagens, nos pontos certos.
Vaidade e orgulho não devem ofuscar a visão de um gestor.
Panelinhas são restícios de configurações oportunistas do século "XX", incentivar o comportamento de matilha, somente para se prolongar no poder, tem um fim pronunciado quando engrenagens produtivas, não se encaixam nas vasilhas daquele grupinho corporativo engessado, onde o puxa saquismo, bajulação, e a capacidade intelectual, só seguem a linha de raciocínio do "Alfa" da matilha, os demais obedecem cegamente, por um mero afago na cabeça.
Valorizar cada membro da equipe, entender suas habilidades únicas e promover a colaboração é o caminho para a verdadeira excelência.
Quando cada engrenagem é bem aproveitada, a máquina corporativa funciona de maneira harmoniosa e eficiente, impulsionando a organização rumo ao sucesso duradouro.
Portanto, lembre-se:
Uma equipe forte e coesa é a chave para superar desafios e conseguem alcançar grandes realizações.
De outra forma, é apenas um grupo de pessoas que recebem salários, fazem o que mandam sem pensar, e buscam oportunidades na concorrência, de tempos em tempos.
Maus profissionais, alguns sim, na maioria das vezes pessoas que se importam com o tratamento que recebem.
Um jogo de xadrez corporativo de alto nível.
Engrenagens Isoladas:
Metafóricamente dizendo, elas possuem intelectos e avaliam metodicamente o ambiente a sua volta, são pessoas de carne, osso e possuem um cérebro, o qual detém um "Q.I - Quociente Intelectual", resumindo "Inteligência", se o percentual é alto ou baixo, compete ao indivíduo saber, sua base contratual foi pautada em seu conhecimento e potencial de crescimento, logo, o processo avaliativo, não deve morrer por já ser um membro da corporação.
Na verdade, daí para frente o "Banco de Talentos", que é uma "Base de Dados" que coleta informações, capacitações, ações e atitudes em prol da instituição, evitando avaliações equivocadas ou nutridas na vaidade ou medo do crescimento de uma engrenagem útil em um setor, mas que possa se tornar altamente relevante em outros setores da organização.
Conforme o tamanho e seguimento da empresa, uma simples planilha pode conter informações de seus colaboradores.
Outras, terão de implantar um "Banco de Dados SQL", local ou "No SQL" na nuvem, pode colaborar para dirimir contendas, e inclusive para implantar um plano de carreira transparente, algo que implica diretamente no controle comportamental de todos, pois avalia de forma simétrica à todos da corporação.Resumidamente um "Banco de Talentos" é uma base integra e lógica, uma lista de pessoas com habilidades, experiências e qualificações diversas que podem ser recrutadas ou selecionadas para fins específicos, como empregos, projetos ou oportunidades profissionais na corporação.
Esses bancos podem ser utilizados por empresas, organizações ou recrutadores para encontrar candidatos adequados para determinadas posições ou projetos.
Com um "Banco de Talentos", a primeira etapa de selecionar entre muitos um indivíduo, se torna mais rápida, pois na atualidade, corporações inteligentes que lidam com tecnologia "WEB", disponibilizam em seus sites links para coletar e cadastrar currículos de interessados, partindo daí seu processo seletivo, e em suas "Intranets", possuem formulários onde seus membros cadastram cursos efetuados ou se candidatam a novas oportunidades internas.
Engrenagens isoladas, se enferrujam, ao serem esquecidas e não lubrificadas, somem, sem que saibam seu destino e se não existe um processo lapidados, não entendem nem porque perderam um talento.
Assim são pessoas em corporações, finalizando ciclos cordialmente, cumprindo uma regra de etiqueta de sobrevivência profissional, mas seguindo o adágio popular...
"Coração dos outros, é terra que ninguém pisa".
Uma frase que remete ao humanismo, e a individualidade de cada componente de um grupo corporativo, estamos juntos, mas não somos iguais.








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